A Fundação Municipal de Saúde (FMS) de Teresina, por meio do Hospital Mariano Gayoso Castelo Branco (HMGCB), divulga com regularidade os indicadores de segurança do paciente, os dados fazem parte do “Boletim NSP Informa”, elaborado pelo Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), com o objetivo de fortalecer a cultura de segurança, compartilhar boas práticas e acompanhar resultados da assistência hospitalar.
Entre os indicadores referentes ao mês de agosto de 2026 apresentados está a Meta 1 – Identificação de Pacientes. No período, foram observados 482 pacientes, dos quais 458 (95,02%) estavam corretamente identificados com pulseira. Não foi registrado evento adverso relacionado à falha de identificação.
Na Meta 2 – Comunicação Efetiva, foram realizadas 37 notificações internas por QR Code, sendo 34 (91,89%) encaminhadas ao sistema Notivisa. Já na Meta 4 – Cirurgia Segura, o hospital realizou 112 procedimentos cirúrgicos, com 75 (66,96%) adesões ao checklist de cirurgia segura.
A Meta 5 – Higienização das Mãos registrou o uso de 6,4 litros de preparação alcoólica e 12,7 litros de sabonete antisséptico para a higiene das mãos. Na prevenção de quedas, 108 pacientes foram observados, sendo 103 (95,37%) avaliados corretamente quanto ao risco. Para prevenção de lesões por pressão, 107 dos 108 pacientes (99,07%) foram avaliados, com 12 (11,11%) apresentando risco de desenvolvimento de LPP.
O boletim também apresenta dados do Núcleo Interno de Regulação (NIR). Em agosto, foram registradas 111 admissões, 895 pacientes-dia e média de permanência de 8,69 dias. O NIR utiliza esses indicadores para acompanhar o desempenho assistencial e operacional, identificar gargalos e contribuir para a otimização dos fluxos hospitalares.
Já o Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE) atua na vigilância e no monitoramento de doenças e agravos no ambiente hospitalar. Em agosto, além dos registros apresentados no boletim, foram atendidos 451 casos de Doenças Diarreicas Agudas (DDA). Entre os agravos notificados no período estão dengue, acidentes com animais peçonhentos, violências, intoxicação exógena, tuberculose, hepatites virais e corrimento uretral.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) também acompanha indicadores relacionados à prevenção e ao controle de infecções, incluindo o uso de dispositivos e a ocorrência de flebite associada a cateter intravenoso periférico. Os dados são apresentados no boletim como parte do acompanhamento das práticas de segurança e qualidade da assistência.
“O acompanhamento sistemático desses indicadores contribui para identificar oportunidades de melhoria e fortalecer práticas que tornam o atendimento cada vez mais seguro para pacientes e profissionais da rede municipal de saúde”, fala Lívia Mello, Enfermeira do Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital Mariano Gayoso Castelo Branco.
ASCOM FMS
